Violência e Crimes Contra a Pessoa
- Violência Doméstica e Familiar
- Crimes contra a dignidade sexual
- Dinâmica da violência e impacto psicológico na vítima
- Apoio técnico em Medidas Protetivas de Urgência

Atua em todo o Brasil com uso avançado da tecnologia.

Investigações, técnicas e métodos reconhecidos pela psicologia.

Apoio especializado para advogados e clientes.

Atua com máxima agilidade, comprometimento e dedicação.

Ana Carolina Calixto Duarte dos Santos, psicóloga, inscrita no Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo sob o nº 06/145917, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Psicologia Jurídica e Forense. Atuo na interface entre a Psicologia e o Direito, desenvolvendo atividades de assistência técnica, avaliação psicológica, elaboração de pareceres técnicos, laudos psicológicos periciais e outros documentos técnicos no contexto forense. Sou perita habilitada pelo Tribunal de Justiça e mantenho formação continuada voltada ao constante aprimoramento técnico-científico da minha atuação profissional.
Realizei formação em Avaliação Psicológica para Posse e Porte de Arma de Fogo; Curso de Extensão Universitária em Direito e Ciência – Análise e Avaliação da Prova Oral (Neurolaw), pelo Centro Universitário UniFatec (2025); e formação em Psicologia Aplicada à Vara da Infância, Juventude e Violência Doméstica, pelo Helix Cursos (2025). Também possuo capacitação em Psicopatologia Forense: Transtornos Mentais e Crimes e em Detecção de Mentiras: Teorias, Técnicas e Métodos, obtidas no III Congresso Internacional de Psicologia Jurídica e Direito Penal.
Fui capacitada como Agente Multiplicadora na Prevenção ao Uso de Drogas pelo Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), por intermédio da Coordenação da Divisão de Prevenção e Educação(DIPE). Participei da 1ª Jornada de Perícia Psicológica nas Varas de Família e Criminais, promovida pelo Instituto Unificado de Ensino Jurídico, do 11º Seminário de Políticas Públicas – Constituição Federal: Direitos e Garantias Fundamentais, realizado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, e do 13º Seminário de Políticas Públicas – Acesso à Justiça e Direitos e Garantias da Constituição Federal, promovido pela Câmara Municipal de São Paulo, ambos em 2025.
Atualmente, curso Direito na Universidade Paulista e cursando pós-graduação em Criminal Profiling – Psicologia Investigativa, pela Volpe Miele, além de possuir atualização em Perícia Psicológica em Alienação Parental, pelo Helix Cursos (2025).
Exame técnico-científico de documentos, provas e elementos relevantes ao caso.
Tire todas suas dúvidas com a psicóloga Jurídica Ana Carolina dos Santos
Áreas de atuação
Psicologia jurídica e forense aplicada com escuta qualificada, rigor técnico e sensibilidade humana.























Minha atuação é pautada na humanização do atendimento, aliada ao rigor técnico, garantindo qualidade, clareza e organização na condução de cada demanda.
Adoto uma abordagem detalhista, metódica e objetiva, com foco na análise precisa dos elementos de cada caso, contribuindo de forma técnica e estratégica para o desenvolvimento do processo.
Rigor no cumprimento de prazos
Coerência técnica e consistência documental
Atenção minuciosa aos detalhes relevantes do caso
Análise aprofundada e estudo integral do processo
Esclareça aqui suas dúvidas ou entre em contato.
A Psicologia possui relevante importância para o Direito, uma vez que contribui para a compreensão dos aspectos subjetivos do comportamento humano, das emoções, das relações interpessoais e dos fatores psicológicos que permeiam os conflitos jurídicos. Enquanto o Direito se destina à regulamentação das relações sociais e à aplicação das normas jurídicas, a Psicologia fornece subsídios técnico-científicos para a compreensão das condutas humanas e de seus determinantes biopsicossociais.
A Psicologia Jurídica é um campo de atuação e estudo que integra os conhecimentos da Psicologia ao sistema de Justiça, tendo como objetivo compreender os aspectos psicológicos envolvidos nas demandas jurídicas e fornecer subsídios técnico-científicos para a adequada prestação jurisdicional. Sua atuação ocorre em diversas áreas do Direito, tais como Direito de Família, Infância e Juventude, Direito Penal, Violência Doméstica, Execução Penal e Direitos Humanos, entre outras.
O trabalho do psicólogo jurídico pode envolver a realização de avaliações psicológicas, perícias, elaboração de laudos, relatórios e pareceres técnicos, acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade, análise de depoimentos, orientação técnica e atuação interdisciplinar com magistrados, promotores, defensores públicos, advogados e demais profissionais do sistema de Justiça.
O psicólogo Jurídico Forense pode ser contatado tanto por advogados quanto pela própria parte interessada, conforme a natureza da demanda e a necessidade de atuação técnica no caso.
Quando é determinada a realização de perícia psicológica, o juiz nomeia um perito oficial, responsável pela condução da avaliação. Nesse contexto, é assegurado às partes o direito ao contraditório, podendo cada uma indicar um assistente técnico, que atuará de forma independente.
O assistente técnico é um psicólogo Jurídico Forense contratado pela parte, cuja
função é:
➢ Acompanhar o trabalho pericial;
➢ Analisar criticamente o laudo do perito;
➢ Elaborar parecer técnico complementar;
➢ Apontar aspectos relevantes sob a perspectiva psicológica.
Sua atuação não substitui a perícia judicial, mas contribui tecnicamente para a ampliação da análise e para o equilíbrio entre as partes no processo.
A relação entre o Psicólogo Jurídico Forense e o contratante é fundamentada em princípios éticos, respeito mútuo e cooperação, observando-se, sobretudo, a autonomia técnica do profissional. Podem ser realizadas reuniões para alinhamento inicial e devolutiva final, visando esclarecer os procedimentos metodológicos adotados e os limites da atuação. Destaca-se que não deve haver interferência do contratante na condução do trabalho técnico, garantindo a imparcialidade e a qualidade do serviço psicológico.
Sim. A Lei Maria da Penha é amplamente reconhecida como um importante instrumento de proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, representando um significativo avanço na promoção dos direitos humanos e no enfrentamento da violência de gênero. Contudo, assim como outras normas jurídicas de grande impacto social, sua aplicação também é objeto de debates e controvérsias jurídicas, sociais e acadêmicas. Entre os temas discutidos, destaca-se a possibilidade de falsas acusações e a eventual instrumentalização do processo judicial. Embora a literatura científica e os estudos empíricos indiquem que denúncias deliberadamente falsas não constituem a regra nos casos de violência doméstica, a temática suscita reflexões acerca da necessidade de uma apuração criteriosa dos fatos, pautada pelo devido processo legal, pelo contraditório e pela ampla defesa. Nesse contexto, torna-se imprescindível que as alegações de violência sejam analisadas de forma técnica, individualizada e baseada em elementos probatórios consistentes, de modo a evitar eventuais injustiças e, simultaneamente, garantir a proteção efetiva das vítimas de violência doméstica e familiar. Assim, o desafio consiste em conciliar a tutela integral da pessoa em situação de vulnerabilidade com a observância das garantias fundamentais inerentes ao Estado Democrático de Direito.
Em alguns casos, a criança ou o adolescente pode ser envolvido no conflito entre os genitores, havendo interferências na relação com um deles, o que pod impactar sua formação psicológica — situação caracterizada como alienação parental. Nesses contextos, a Psicologia Jurídica contribui para a análise das relações familiares e dos possíveis impactos emocionais, auxiliando na compreensão do caso e
subsidiando decisões mais adequadas.
Em divórcios que envolvem crianças, podem surgir conflitos relacionados à guarda, convivência e dinâmica familiar.
Em alguns casos, há interferências na relação da criança com um dos genitores, o que pode impactar sua formação psicológica — situação conhecida como alienação parental. Nesses contextos, a Psicologia Jurídica contribui para a análise das relações familiares e dos possíveis impactos emocionais, auxiliando na compreensão do caso.
Sim. A alienação parental pode gerar impactos significativos no desenvolvimento emocional e psicológico da criança ou do adolescente, especialmente quando há interferência na formação e na manutenção dos vínculos afetivos com um dos genitores ou com outros membros da família extensa.
Entre as possíveis repercussões, a literatura científica aponta para o surgimento de sentimentos de ansiedade, insegurança, culpa, tristeza, baixa autoestima, conflitos de lealdade, dificuldades de relacionamento interpessoal e prejuízos na construção da identidade e do senso de pertencimento familiar. Em alguns casos, também podem ser observados sintomas de estresse, alterações comportamentais e comprometimento do bem-estar emocional.
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